Escrito por 12:01 Imprensa

Profissionais de email marketing comemoram desativação da terceira maior rede de spam do mundo

O CEO da All In diz que combater o uso ilegal do email protege o canal de relacionamento e preserva o faturamento de um grande número de empresas.

O CEO da All In diz que combater o uso ilegal do email protege o canal de relacionamento e preserva o faturamento de um grande número de empresas.

No dia 18 de julho, uma ação que reuniu vários provedores e gerenciadores de domínios internacionais conseguiu desligar os últimos servidores de comando e controle do Grum, grupo responsável pelo envio de aproximadamente 20% de todo o volume de spam que circula pela web em todo o planeta. O fato está sendo comemorado por empresas que atuam no setor de email marketing em todo o mundo e que seguem as regras de uso correto desta ferramenta para ações promocionais.

No Brasil, o CEO da All In, uma das referências deste segmento, Victor Popper declara que a queda dessa rede de spams significa uma grande vitória de todos os profissionais de email marketing. “A prática de spam prejudica o trabalho de empresas sérias, que entendem o email marketing como canal de relacionamento direto com seus clientes. O email é a maior fonte de acessos a sites de e-commerce, por exemplo, sendo assim, responsável por grande parte do faturamento delas”, diz
A ação que colocou fim às atividades do Grum foi coordenada pela FireEye, empresa especializada em segurança digital. Ela contou com a ajuda da  Spamhaus, organização sem fins lucrativos que se dedica a rastrear spammers, com o CERT-GIB , empresa de segurança russa do Group-IB, e de um pesquisador independente.
O Grum era o terceiro maior botnet de spam em termos de número de endereços únicos de IP associados, sendo responsável pela disseminação de aproximadamente 18 bilhões de mensagens indesejáveis por dia. A Spamhaus, como uma das principais blacklisits, chegava a receber cerca de 500 mil denúncias de mensagens provenientes dos IPs da Grum por semana. O conteúdo de grande parte dos emails enviados era relacionado à promoção de medicamentos controlados, que na maioria das vezes eram falsos.

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Última modificação: 30 de outubro de 2020
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