Data Driven no e-mail marketing – parte 1 - All iN

Data Driven no e-mail marketing – parte 1

Antigamente a única forma de conhecer as preferências dos clientes era por meio de caríssimas pesquisas amostrais e que, mesmo assim, traziam resultados enviesados, já que grande parte das pessoas não se sentem à vontade em responder com absoluta sinceridade questões mais íntimas ou polêmicas.

O maior desafio de marketing era interpretar os dados das pesquisas e conseguir identificar quais informações se aplicavam ao seu público. A partir daí, a empresas contavam com a criatividade e intuição dos seus profissionais, enquanto esses trabalhavam em apresentações mirabolantes para convencer os acionistas a liberarem altas verbas para suas ações.

Hoje em dia o cenário já é bem diferente e, se antes o profissional de marketing era avaliado apenas pela sua criatividade e poder de argumentação, hoje ele precisa além disso saber interpretar relatórios e usar essas informações como guias para suas ações. Isso é o Data Driven que em sua tradução literal quer dizer “orientado por dados”.

Os relatórios trazem mais informações do que apenas o retorno da campanha. Se o profissional souber interpretar os dados e transformá-los em informações, terá insumos para guiar suas próximas campanhas e, consequentemente, aumentar as conversões

Por meio dos relatórios é possível identificar padrões de comportamento, preferências e interesses dos clientes, e gerar insumos importantes para guiar a área de planejamento.

No universo do e-mail marketing são vários os indicadores que o profissional deve estar atento antes de planejar as suas campanhas. Veja abaixo:

ABERTURA DE E-MAIL

Saber quem são os clientes que abrem cada uma das suas comunicações te ajuda a segmentar seus envios de acordo os interesses deles.

Ou seja, ao identificar que uma parcela da base só abre seus e-mails quando você fala de promoções, você pode intensificar esse tipo de comunicação para essas pessoas. Em contrapartida, ao segmentar os contatos que não abriram nenhuma comunicação durante um determinado período, você pode programar campanhas específicas para clientes inativos.

TAXA DE CLIQUES

Acompanhar quais os links mais clicados no seu HTML permite que você identifique quais ofertas chamam mais a atenção do seu cliente e criar campanhas segmentadas de acordo com as preferências dele.

ABERTURA POR DEVICE

É importante conhecer o comportamento do seu cliente e por onde ele costuma interagir com a sua marca. Caso a maioria dos seus clientes abram a sua comunicação via mobile, você precisa pensar não só no HTML responsivo, mas também para onde os links do seu e-mail vão direcionar o seu cliente, assim toda a experiência será positiva, até a conversão.

Quando você estiver montando o seu relatório, é importante se perguntar para que você usará determinada informação, quais ações você poderá tomar em relação a elas e qual o seu timming para tomar essas ações.

Vale ressaltar que Data Driven vai além da análise de relatórios, muitas plataformas coletam informações da navegação do usuário e por meio de algoritmos conseguem prever comportamentos e preferências, criando assim importantes insumos para o profissional planejar suas campanhas. Em um próximo artigo, falarei sobre esse segundo formato do Data Driven, aguarde.

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